Procrastinar pode não ser um bom negócio!

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Podemos ser procrastinadores sem nem mesmo nos dar conta disso…

Temos uma tendência para adiar tarefas ou projetos importantes por má gestão de tempo ou  falta de autocontrole. Com a mente inquieta, não conseguimos permanecer focados em objetivos realmente importantes, alternando constantemente de atividade. Muitas vezes certas tarefas não são realmente atrativas. Aliás, são sempre as mais chatas que tentamos evitar. É quando nossa mente inconsciente arruma aquela “desculpinha” para deixar para depois.

Adiar, deixar para depois… pode não ser uma boa escolha, principalmente em questões profissionais. Existem aqueles que dizem ser dependentes da adrenalina gerada pelo trabalho sob pressão, acreditando estar no controle da situação. Infelizmente isso nem sempre acontece e a consequência desse comportamento costuma deixar dúvidas quanto a qualidade e resultado do trabalho final.

O que você deveria estar fazendo agora mas não está?

Procrastinadores sabem exatamente o que deveriam estar fazendo, mas não conseguem fazer. A falta de foco pode estar relacionada ao excesso de trabalho, ao ambiente inadequado, à falta de autoconfiança para exercer determinada tarefa, a interrupções constantes e ainda a outras distrações, principalmente as digitais, para mencionar alguns exemplos.

Aliás, existem pesquisas que comprovam que as ferramentas digitais que deveriam ser utilizadas para o aumento da produtividade está gerando sua redução. O excesso de conectividade diminui a produtividade por alterar a percepção de tempo e espaço com prejuízos à saúde pelo aumento do estresse, preocupações e culpa. Isso sem contar com o reflexo negativo na carreira profissional e nos relacionamentos pessoais.

Este padrão de comportamento destrutivo nos impede de atingir nosso potencial e compromete nossa qualidade de vida.

É importante que façamos algumas mudanças de atitude, inicialmente admitindo a existência do problema e criando disposição para mudanças, tais como :

  • Organização:  criar uma agenda com  lista de afazeres de acordo com as prioridades. Uma vez com esse registro,  o estresse é reduzido, por não ficar repassando mentalmente o que tem que ser feito. É claro que a lista tem que ser conferida a cada finalização de tarefa.
  • Foco:  dedicar atenção a uma atividade de cada vez. Isso aumenta nossa produtividade e melhora nosso desempenho.
  • Ter disciplina: que resulta num maior aproveitamento do tempo.

Acha isso difícil? Se aplicarmos estas medidas em nosso dia a dia, conseguiremos cumprir nossas tarefas com mais eficiência, o que por si só  é uma grande recompensa pessoal. É um grande alívio quando nos livramos do acúmulo de pendências e o maior bônus fica por conta do tempo livre, que desfrutamos sem preocupações ou cobranças.

Se você se identifica como um procrastinador compulsivo… Está na hora de controlar esse instinto, melhorar suas competências  e elevar sua auto-estima.

Um grande abraço,

Gleise

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Vitimismo – livre-se deste personagem

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Arte: Cristian Ferronato/ Pixabay

Nós somos o produto de cada pensamento e crença que alimentamos. Eles são o termômetro de nossas realizações. 

Quando acreditamos que nossos problemas são resultado de algo fora de nosso controle, que foram gerados por outras pessoas ou que somos sempre injustiçados, desprezados, sem sorte, corremos o risco de assumir o papel de vítima.

À medida que assumimos esse papel podemos cair em uma armadilha, onde incorporamos um personagem que não faz parte de nossa personalidade. Nesta postura consciente ou inconsciente podemos eleger situações e uma ou mais pessoas que facilitem o desempenho deste papel.

Atuamos como chantagistas emocionais, rancorosos, ressentidos, amargurados e sempre insatisfeitos, exigindo demais dos outros, mas retribuindo com ingratidão. Este comportamento negativo torna-se nocivo à própria vida e aos outros.

Na posição de vítima abrimos mão de nossas responsabilidades, nos tornamos dependentes e infantilizados, não conseguimos enxergar que somos nós que criamos as situações que vivemos.  E assim geramos um grande obstáculo para o nosso crescimento e desenvolvimento.

Subestimamos o poder de nosso cérebro em validar nossas crenças negativas alojadas em nosso subconsciente. É comum ouvir uma série de razões e desculpas como explicações para os insucessos e infortúnios.

O vitimista tem como característica a presença do sentimento de autopiedade o que dificulta sua capacidade de promover mudanças, sendo necessário um trabalho de autoconhecimento que facilite o ato de assumir responsabilidade e entender seu papel em sua frustração.

Quando reconhecemos nosso poder em promover mudanças nas várias situações da vida, damos o primeiro passo para nos livrar do sofrimento. Isso nos ajuda a encarar as dificuldades de forma mais realista e assumimos a responsabilidade sobre nossas vidas e nossas atitudes.

Invista em você!  Liberte-se do fracasso!  Acredite em si mesmo e em sua capacidade de transformação.

Um grande Abraço,

Gleise Bini

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A magia dos aromas no estresse

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Se você está precisando de uma forcinha para driblar o estresse, os óleos essenciais podem ajudar e muito no resgate do seu equilíbrio!

O estresse interfere na atuação do sistema nervoso e altera bastante a qualidade de vida. Este estado de tensão e alerta continuo é um reflexo de situações de frustração e conflito.

É interessante observar como cada um de nós reage de modo diferente às experiências relacionadas aos eventos estressores no dia-a-dia…

Fatores causadores do estresse podem estar relacionados a ameaças reais externas como insegurança, problemas de saúde, sobrecarga de trabalho, desemprego, revezes financeiros, conflito nos relacionamentos, perdas, medos, etc… Ou também relacionados a fatores internos, normalmente ameaças subjetivas que tem origem na sensibilidade afetiva de cada um de nós, a forma como reagimos aos desafios e conflitos impostos pela vida.

Entendendo o funcionamento, quando o cérebro percebe o estresse, o corpo reage liberando hormônios como adrenalina e cortisol, suas armas de defesa. Enquanto a ameaça persistir ou se agravar, estes hormônios continuam a ser liberados e acabam causando prejuízos à saúde.

Neste estágio, quando você está estressado o tempo todo, num quadro negativo crônico, seu corpo pode sofrer alterações significativas tanto nos sintomas físicos, como distúrbios gastrointestinais, elevação da glicemia, aumento da pressão arterial, tensão muscular, queda anormal de cabelo, dor de cabeça frequente, insônia, baixa imunidade, etc… E nos sintomas emocionais como irritabilidade, oscilações de humor, angustia, problemas de concentração e memória, ansiedade, depressão e mudanças no apetite. Estes são alguns exemplos de sinais indicadores do estresse crônico.

A aromaterapia é parte integrante da fitoterapia, mas sua ação terapêutica é bem diferente. Sua aplicação no processo de estresse, contribui com a redução  do impacto destes sintomas psicológicos e fisiológicos, graças à ação olfativa, farmacológica e bioenergética dos aromas.

Para o tratamento dos problemas emocionais no estresse, o olfato é o caminho mais rápido e direto para atingir o sistema límbico, região do cérebro responsável pela memória, sentimentos e emoções. É nessa região, onde reside a essência secreta de nosso ser, que as moléculas aromáticas estimulam os neurotransmissores para ações que podem provocar sensações estimulantes, relaxantes e sedativas.

As propriedades terapêuticas para o equilíbrio do corpo e da mente, são encontradas em óleos essenciais com garantia de 100% de pureza. Seus benefícios podem ser obtidos por meio de massagens, banhos, vaporização e a inalação.

Por sua intensidade complexa, os óleos essenciais não devem ser utilizados diretamente na pele. Precisam ser diluídos em óleos vegetais ou cremes neutros para aplicação com uma margem segura de 2% em média (exemplo: 6 gotas de óleo essencial para 30 ml de óleo vegetal).

Existem varias sugestões de óleos essenciais para equilíbrio em situações de estresse. Eles podem ser utilizados individualmente ou em sinergia, combinados a 1 ou 2 outros óleos dependendo da situação. Exemplos de óleos essenciais com propriedades relaxantes e estimulante: Cipreste, Lavanda, Laranja Doce, Bergamota, Ylang Ylang, Gerânio, Sálvia esclaréia e Manjericão.

Essa prazerosa ferramenta terapêutica não deve ser subestimada. Quando os óleos essenciais são utilizados corretamente para o tratamento dos desequilíbrios causados pelo estresse, eles restabelecem o bem-estar, a harmonia e equilíbrio do corpo.

A escolha dos óleos mais adequados para cada circunstancia devem ser cuidadosamente selecionados para uma intervenção mais efetiva. Um profissional capacitado com conhecimentos em aromaterapia é capaz de auxiliar na escolha dos óleos essenciais que serão utilizados no combate as situações de estresse encontradas em cada caso.

Um grande abraço,

Gleise

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O que é estar saudável?

Gráfico saúde

Estar saudável é muito mais do que não estar doente…

É um processo criativo constante, influenciado por nosso estilo de vida e o meio ambiente.

É preciso entender que o corpo físico não é uma parte isolada de um ser!

É um sistema complexo que sofre influência de vários fatores como psicológico, social, individual, físico e nutricional.

Portanto, estar saudável ou estar doente depende do equilíbrio de todas as partes que integram nossa vida.

Ter conhecimento sobre si mesmo facilita e favorece os pequenos e constantes reajustes necessários, com menos estresse e maior controle.

É possível estar saudável prestando atenção aos sinais enviados pelo corpo e saber que podemos estar no controle de nossos pensamentos, emoções e no ambiente ao nosso redor.

São nossas escolhas que definem nossa realidade; são nossas reações que definem o peso de cada experiência.

A dica é: conheça a si mesmo e utilize todos os recursos internos para se manter saudável.

Fique bem!

Um grande abraço,

Gleise

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Você já fez sua vitamina D hoje?

Vitamina D

Desfrutar dos saudáveis benefícios do Sol é uma poderosa terapia! 

Bons níveis de vitamina D aumentam a capacidade do organismo em combater infecções e na prevenção de doenças.  

Associada à saúde óssea, um número crescente de pesquisas tem demonstrado que sua função vai além do metabolismo do cálcio e da formação óssea; ela desempenha também papel importante na regulação do sistema imunológico. 

Várias doenças autoimunes estão sendo relacionadas à deficiência de vitamina D. Entre elas estão a diabetes tipo 1, esclerose múltipla, doença inflamatória intestinal, lúpus e artrite reumatóide.

A deficiência desta vitamina ainda  esta associada ao aumento de risco para desenvolver doenças graves como alguns tipos de câncer ( próstata, mama, ovário, cólon), depressão, psoríase, esquizofrenia, doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.

Destacada sua importância para a manutenção, prevenção e tratamento da saúde, fica a preocupação pelos baixos níveis de vitamina D em proporções epidêmicas no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, 50% da população mundial apresenta valores baixos desta vitamina no sangue.

Ficou surpreso em saber que exposição adequada ao sol pode fazer por sua saúde?

O organismo fabrica cerca de 80% de vitamina D pela ação da luz do sol sobre a pele. 

Por conta da maior emissão de raios UVB para a síntese desta vitamina, o melhor horário de exposição ao Sol é entre 10h e 16h por um período de 15 minutos ao dia, com maior área de pele exposta possível e sem uso de protetor solar. Este tempo de exposição pode variar de acordo com o tom de pele.

O consumo habitual de alimentos como: peixes de águias frias, frutos do mar, óleo de fígado de bacalhau, gema de ovo, leite e derivados fornecem os 20% restantes da necessidade diária desta vitamina.

Em caso de deficiência, quando a luz do sol e a alimentação não atingem a quantidade recomendada de vitamina D, a opção é o uso de suplemento oral, que deve ser usado sob orientação médica ou de um nutricionista.

Fazer exames periódicos de sangue para avaliar a concentração de vitamina D é uma medida valiosa para manter níveis adequados e reduzir o risco de diversas doenças. Essa é uma das coisas mais importantes que você pode fazer para a sua saúde!

Um grande abraço,

Gleise

 

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Faça do seu intestino seu aliado!

Cérebro e Intestino

Vale a pena investir no equilíbrio da sua flora intestinal…

E sabe porque?  

A flora intestinal faz parte do seu sistema imunológico e tem como função gerar uma barreira quase intransponível contra agentes agressores como vírus, bactérias e parasitas que drenam nossa energia. 

Um intestino saudável além de conseguir desempenhar bem o seu papel no processo digestivo e na absorção de nutrientes, é um grande aliado dos mecanismos de defesa, pois protege seu organismo contra infecções, produzindo um maior número de células protetoras que fortalecem o sistema imunológico.

Resumindo… Quanto maior o número populacional das bactérias do bem, menores são as chances de bactérias invasoras sobreviverem naquele meio ambiente.

Mas este investimento não para por aí!…  

As bactérias intestinais também são relacionadas à obesidade e acredite se quiser, o intestino é um dos principais parceiros do cérebro.

Estudos recentes relacionam a microbiota intestinal com a obesidade.

A diferença encontrada na microbiota intestinal de pessoas magras e obesas tem reforçado esta teoria. Nestes estudos, a relação encontrada entre os dois maiores grupos de bactérias intestinais, que representam 90% da população intestinal, quando em desequilíbrio, tem sido associada a alterações metabólicas: obesidade, diabetes, doenças arteriais coronarianas e processos inflamatórios em geral. Foi observado que com a interferência positiva na composição da flora intestinal, o organismo tem alcançado ação benéfica na saúde global.

O intestino possui aproximadamente 100 milhões de neurônios que formam o sistema nervoso entérico, o que faz dele um órgão inteligente. Ele também é independente e pode controlar muitas funções sem ordem, instrução ou ajuda do cérebro, coordenando todas as funções digestivas. Tem capacidade seletiva dos alimentos e desempenha papel importante no metabolismo.

Qual é então a relação entre o intestino e o cérebro?… Uma rede de neurônios no intestino faz uma conexão direta com o cérebro através do nervo vago (que tem sua origem no tronco cerebral e liga-se a órgãos como intestino grosso, rins, fígado, esôfago, estômago e ao coração). Esta comunicação de mão dupla acontece graças aos impulsos nervosos que coletam e avaliam informações para coordenar tarefas importantes que acontecem no organismo.

Uma grande vantagem para o cérebro nesta conexão direta é que seu parceiro, o intestino, é o maior produtor de SEROTONINA. Sim, o intestino fabrica cerca de 80% a 90% de toda serotonina no corpo. Você imaginava que esta substância relacionada ao bem-estar e felicidade era produzida pelo intestino?

São muitos os benefícios para a saúde relacionados com a flora intestinal. Citei alguns deles para despertar interesse sobre como seu corpo funciona.

Agora fique atento aos fatores de risco relacionados ao bom funcionamento do intestino tais como desequilíbrio na dieta rica em gorduras, açúcares e carboidratos simples de alto índice glicêmico, tabagismo e o consumo elevado de álcool, utilização frequente de medicamentos como os antibióticos, laxantes, anti-inflamatórios, corticoides e antiácidos.

Outro grande vilão é o estresse. O intestino com sua rede de neurônios possui uma relação intima e sensível com as emoções. O estresse emocional tem seu reflexo em todo aparelho digestivo com sintomas e consequências para o intestino.

Como vimos acima, é importante manter o intestino saudável. Ele é um forte aliado da nossa saúde física e mental. Que tal introduzir bons hábitos e fortalecer essa parceria?

– Consumo de fibras é essencial! Elas estimulam o bom funcionamento dos intestinos e por isso devem ser consumidas diariamente. São encontradas em frutas in natura, hortaliças, leguminosas, raízes, sementes, aveia, cereais integrais.

– Atenção ao consumo ideal de água! Sem a ingestão adequada de água (pelo menos 8 copos ao dia), seu organismo fica desidratado e suas fezes também, causando constipação intestinal (prisão de ventre). Um grande desconforto…

– Atividade física… Melhora a motilidade intestinal e estimula a evacuação, evitando que as fezes fiquem alojadas nos intestinos um tempo maior do que o necessário.

– Eduque seu intestino! É importante estipular um horário que seja conveniente em sua rotina diária e criar o hábito regular de ir ao banheiro.

– Muita atenção ao estresse emocional e as crises de ansiedade, eles alteram a produção dos neurotransmissores que atuam no intestino, interferem nos movimentos peristálticos e modificam a composição da flora intestinal.

A dica é boa! Ficar atento ao equilíbrio da flora intestinal é fundamental para o bom funcionamento do organismo, ao bem-estar e à saúde mental. Não vale a pena?

Um grande abraço,

Gleise

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Porque é tão difícil aceitar e conviver com o diferente?

Ser diferente

As diferenças são necessárias !!!      Sim, isso é uma afirmação.

Então por que é tão difícil aceitar e conviver com o diferente?

Sem as diferenças, perdemos uma grande oportunidade de crescimento pessoal. A interação com a história de outras pessoas costuma gerar experiências e influências recíprocas e isso facilita nossa evolução.

Aceitar o outro sem julgamentos e comparações pode ser uma fonte de experiência enriquecedora.

A dificuldade em aceitar as características diferentes de seu semelhante, sejam elas quais forem –  muito baixo ou muito alto, gordo demais ou magro demais, cor da pele ou nacionalidade, preferência sexual ou nível social, enfim… qualquer que seja o motivo desta dificuldade, barreiras de convivência que limitam esta interação acabam sendo criadas. E isso é  triste, porque perder esta oportunidade de troca  interfere no desenvolvimento humano.

Este comportamento nocivo na dinâmica social pode ser desencadeado por sentimentos negativos de inveja, ciúme, raiva, repulsa, medo ou por uma percepção de ameaça.

A influência dos diferentes grupos, sejam eles familiar, escolar, profissional, entre outros que participamos em nosso processo de construção, estabelecem padrões, valores e crenças que determinam nossa reação em situações que vivemos.

Para lidar com esta posição de menor tolerância é preciso investir em autoconhecimento e reflexão sobre como podemos interagir de maneira positiva com as outras pessoas. Antes de julgar é preciso questionar nossos pensamentos e atitudes. Para afirmar a minha identidade pessoal, não preciso ignorar ou excluir o outro e sim sentir que tanto eu como ele e qualquer outro fazemos parte do todo.

Somos todos diferentes. Devemos reconhecer que a diversidade humana é uma riqueza que deve ser respeitada e valorizada como fator importante para o crescimento pessoal e para a criação de uma sociedade mais justa e saudável.

Fique bem!

Um grande abraço,

Gleise

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